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4 coisas que a sua empresa de TI parceria deve ter

Tempo de leitura: 9 minutos

Nos últimos anos, a área de Tecnologia da Informação passou por uma importante evolução: deixou de estar vinculada somente à programação para se conectar estrategicamente à inovação. Isso significa que hoje em dia a TI é essencial para a criação de produtos e serviços inovadores, assim como para a transformação digital de negócios pressionados pelas mudanças constantes do mercado contemporâneo. Mas será que toda a empresa de TI já alcançou esse patamar?

Na verdade, não. Ainda existem as antigas fábricas de software, que atendem a projetos de escopo fechado e entregam ao cliente sistemas e aplicativos que são resultado somente de uma extensa programação. São empresas de TI que não possuem visão de produto, de continuidade, e que enxergam cada projeto de forma simples: é preciso atender a demanda do cliente, independente da opinião dos usuários, do fit de mercado e da constante volatilidade do contexto atual.

Para evitar que você se associe a um desses parceiros parados no tempo, neste artigo iremos elencar quatro características que a sua empresa de TI parceira deve ter. Assim, você poderá contar com o auxílio tecnológico necessário para enfrentar os desafios dos anos 2020.

  1. 1. Visão de Produto Digital

A sua empresa de TI parceira precisa ser mais do que uma empresa de programação. Ela precisa ter uma visão de produto digital e isso significa possuir expertise em Design e Experimentação.

Por meio do Design, é possível pensar no produto sob a perspectiva do usuário. Imagine criar um aplicativo, sistema ou plataforma que as pessoas não precisam, não entendem ou que não conseguem usar? O modelo de pensar de designers e seu conjunto de ferramentas nos fazem buscar entendimento mais profundo e realista sobre o problema que queremos resolver, antes de partir para o desenvolvimento da solução.

O ganho esperado é conseguir construir produtos de melhor qualidade, que proporcionem experiências de uso adequadas, tenham maior aceitação dos usuários e que efetivamente solucionem o problema a que se propõem. Ou seja: quando falamos de Design, estamos nos referindo a projetar o produto em seu aspecto funcional, para que ele esteja adequado a sua necessidade e uso.

Mas só Design não é suficiente. Ainda que pensemos no produto digital sob a perspectiva do usuário, só saberemos se estamos certos através da Experimentação. Por mais que sejam realizadas pesquisas e entrevistas, que levantemos informações para nos apoiar, ainda assim o que fazemos ao definir o produto é uma proposição, uma hipótese de solução.

É preciso testar do modo mais rápido e mais eficiente possível para aprender e descobrir se a experiência de usuário e o modelo de negócio proposto efetivamente funcionam. É para isso que serve o Mínimo Produto Viável (MVP). Somente por meio da sua experimentação e adequação poderão ser atingidos os famosos product-solution-fit e product-market-fit.

Claro, é possível construir um software sem usar Design e Experimentação. Mas, nesse caso, o risco de desenvolver um produto inútil é alto, incorrendo no maior perigo de todos: fazer bem feito o que, na verdade, nunca deveria ter sido feito.

2. Equipe Multidisciplinar Dedicada

Quando você estiver procurando por uma empresa de TI parceira, uma das perguntas mais importantes a ser feita é: terei uma equipe multidisciplinar dedicada ou meu atendimento acontecerá por demanda?

Talvez você já tenha ouvido de alguém ou alguma empresa o termo job. Nesse modelo de trabalho, o seu serviço será realizado ao mesmo tempo em que outros, e os profissionais que trabalham com o seu produto irão variar conforme a disponibilidade. O resultado desse formato são entregas atrasadas, retrabalho e pouca (ou nenhuma) conexão com o seu negócio.

Uma equipe multidisciplinar focada e dedicada garante a sintonia e a evolução do trabalho. O processo de construir um software é um processo colaborativo de conhecimento: ele cresce na medida em que o time aprende mais sobre o negócio e o cliente aprende mais sobre o desenvolvimento. Ainda, há a construção de uma relação próxima, que torna os profissionais acessíveis e atribui segurança ao trabalho.

“Já vimos muitos problemas acontecendo em nossos clientes com parceiros não totalmente dedicados. Em alguns casos, a cada semana aparecia um novo profissional que estava livre naquele período, e que não tinha conhecimento sobre o trabalho que já vinha sendo desenvolvido – justamente porque esse prestador enxergava aquele cliente como mais um job”, comenta a Product Manager da SoftDesign, Karina Hartmann.

  1. 3. Vivência de Projetos Digitais

Pode parecer conversa de avô, mas é a mais pura verdade. A empresa de TI parceira precisa ter vivência de projetos digitais, pois isso significa conhecimento de diversas tecnologias, e das reais vantagens e desvantagens dessas soluções em diferentes cenários de uso.

Somente com essa bagagem é possível indicar a tecnologia mais adequada para cada produto, de acordo com a demanda específica. Afinal, um parceiro que só conhece PHP, por exemplo, certamente irá indicá-lo para o seu projeto. Mas essa escolha, na verdade, deveria ser feita de uma maneira mais consciente, atentando para a adequação ao negócio – considerando necessidades como segurança, escalabilidade, eficiência, e também ao momento em que o negócio está (MVP, Scale-Up, etc.).

Além disso, a vivência em projetos digitais proporciona maior repertório de desafios e um importante entendimento sobre recombinação tecnológica. Atualmente, já existem soluções prontas que podem ser integradas, não é preciso construir tudo do zero. Imagine que o seu produto precisa de um meio de pagamento: podemos considerar o uso de softwares existentes e recombinar essa tecnologia com o que iremos desenvolver. Dessa forma, haverá economia de dinheiro e o produto poderá ser lançado rapidamente, o que evita a perda do time-to-market.

  1. 4. Facilitadora de Inovação

Por fim, mas não menos importante, a empresa de TI parceira precisa atuar como facilitadora de inovação dentro da organização.

Conversando com empresas de variados mercados, compreendemos que uma das dores mais comuns está relacionada à divisão por setores. Quanto maior a empresa, mais difícil fica a comunicação e, por consequência, mais impedida está a inovação digital. As demandas de determinadas áreas não são prioridade para a TI; ou ainda, essa é vista como ‘tarefeira’, aquela que oferece suporte somente em assuntos pontuais.

O parceiro de TI precisa levar para dentro das organizações métodos que ajudem essa comunicação a acontecer, pois muitas vezes essa é a melhor forma para viabilizar a inovação. Todas as empresas possuem ideias em circulação, e reuni-las, entendê-las e descobrir as dores das áreas é fundamental para facilitar o processo de conexão e criação de novas soluções.

Ainda, o parceiro deve ser o responsável por trazer novas visões, inspirações, por olhar para fora e mostrar à empresa exemplos que podem oxigenar a estrutura. “Neste momento, por exemplo, estamos trabalhando com um cliente financeiro em um projeto que une pessoas das áreas da Direção, Inovação, Assistência Social e de diversas Agências espalhadas pelo estado. Depois de uma etapa de desk research, apresentamos ao grupo iniciativas que já existem, relacionadas ao problema que querem resolver, e os convidamos a pensar sobre novos produtos digitais para o seu negócio”, pontua Karina.

Confie na empresa de TI parceira

Visão de produto digital, equipe multidisciplinar dedicada, vivência em projetos digitais e facilitadora da inovação. Essas são as quatro características que a empresa de TI parceira deve ter para conquistar os seus projetos e a sua confiança.

Na SoftDesign, reunimos essas habilidades na Concepção, onde usamos abordagem de Design Thinking e Lean Startup para pensar globalmente na solução digital, considerando usuários, funções, mercado e viabilidade financeira; e no Desenvolvimento de Software, com Ciclos de Descoberta (Discovery), entregas curtas e testes com usuários.

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Micaela L. Rossetti

Head de Marketing da SoftDesign, é formada em Jornalismo (UCS), mestre em Comunicação Social (PUCRS), e tem MBA em Gestão de Projetos (PUCRS). Especialista em Inbound Marketing e Content Marketing, também atua com Marketing Estratégico e Growth Marketing.

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