Design, Agilidade e Tecnologia: a base do nosso trabalho

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Nossa empresa está sempre crescendo. Por isso, de tempos em tempos, nosso CEO Osmar A. M. Pedrozo faz uma apresentação para os colaboradores da SoftDesign com o intuito de abordar o tripé que guia a nossa organização: Design, Agilidade e Tecnologia. Acreditamos que esses três pilares são essenciais para a Concepção e o Desenvolvimento de produtos digitais e, além disso, consideramos de extrema importância promover momentos de debate e reflexão, capazes de contribuir para a evolução profissional do time, além de alinhar com a equipe quais são os nossos diferenciais competitivos e o nosso posicionamento estratégico.

Por isso, partindo do pressuposto de que a sobrevivência da empresa é responsabilidade de todos, questione-se: qual é o seu papel para manter a empresa viva? Como colocar em prática a TI estratégica? Essas respostas foram pensadas e construídas em conjunto no último SoftDrops* do mês de junho, apresentado por Pedrozo. Mas, antes de falar sobre esses desafios, que tal relembrar alguns dos conceitos envolvidos nesse cenário?

O que é Inovação?

De acordo com Tidd e Bessant (2009), “inovação é o processo de transformar oportunidades em novas ideias e colocá-las largamente em uso prático, capturando valor a partir delas”. Para o CEO da SoftDesign, atualmente estamos vivendo um momento de grande inovação, com uma série de ideias novas no mercado, que se apropriam da base digital para desenvolver empresas como Uber, Nubank e iFood.

Entretanto, é importante ter em consideração que a inovação não pode ocorrer somente em um produto novo. A inovação pode acontecer também em processos. Bessant (2003) ressalta que “a inovação é uma necessidade inerente da condição de firma, para atingir diferencial, lucros e, acima de tudo, a própria sobrevivência”.

Segundo Pedrozo, muitas vezes olhamos para a inovação como algo novo e revolucionário e acabamos esquecendo que podemos capturar valor no mercado por meio de melhorias. “Não esqueça que no fundo, o Nubank é mais um banco. Porém, é claro, completamente melhorado e acessível. É por esse motivo que o consumidor identifica diferencial nessa empresa”.

Na SoftDesign, já inovamos em processos, marketing e na própria organização, promovendo melhorias em setores como, por exemplo, o Recursos e Capital Humano (RCH), recentemente reestruturado.  Atuamos como criadores de software e desenvolvedores de novos produtos digitais e sabemos da importância do nosso jeito de pensar. Logo, a inovação está sempre no radar, por meio da busca constante por conhecimento.

Por que as empresas precisam inovar?

Precisamos inovar para não sermos esquecidos. Tenha em mente que essa necessidade diz respeito às empresas e aos profissionais que estão no mercado de trabalho. Pedrozo diz acreditar que quem não aprender e evoluir será preterido. Mais, a empresa que não inovar irá se tornar irrelevante, é só questão de tempo. Por isso, confira os motivos para buscar a inovação:

  • Para ser atrativo e sobreviver no mercado: por meio do diferencial garantimos sobrevivência. O consumidor compra aquilo que lhe atrai. Isso acontece também na hora de contratar um colaborador. Precisamos entregar diferencial: seja redução de custo, inovação ou qualidade;
  • Porque produtos, serviços e experiências são copiados: o Nubank chegou com uma estratégia disruptiva e agora já é possível identificar vários bancos digitais que copiam esse jeito novo de fazer;
  • Produtos tornam-se irrelevantes: o consumidor muda de hábitos e passa a utilizar outros produtos e serviços;
  • O mercado não quer mais comprar o seu produto ou serviço.

 

Sendo assim, além de produzir bem o que já sabem fazer, as empresas precisam ser capazes de aprender para constantemente transformar conhecimento em diferencial competitivo e lucro. Ou seja, é preciso ser muito bom no que se faz e continuar aprendendo para fazer melhor. Na SoftDesign, por exemplo, precisamos ser bons em desenvolver softwares, mas também precisamos ser bons em aprender novas tecnologias e métodos para propor novos negócios e serviços. É essa dualidade que mantém a empresa viva.

Para o nosso CEO, pensar em horizontes de inovação (de curto, médio e longo prazo) dentro da organização é essencial, visto que com o tempo e com a captura de valor é possível melhorar a oferta atual e oferecer novos serviços e produtos com base no que a empresa domina. “Durante muitos anos, atuamos como uma empresa desenvolvedora de sistemas. Depois de um certo período, também começamos a ofertar serviços como: Concepção de produtos digitais e Consultoria em Arquitetura e Métodos Ágeis (expertises que a empresa domina). Precisamos olhar para os negócios por meio desses três horizontes de inovação. Isso é importante para questionarmos e sabermos em qual desses estágios estamos atuando junto aos nossos clientes: empresas consolidadas e startups”.

A Transformação é Digital

Pedrozo ressalta que a verdadeira transformação está em desenvolver a capacidade de estar continuamente avaliando, testando e capturando o valor das tecnologias que surgem a todo tempo. Porém, em muitos casos, as empresas são boas no que fazem, mas elas não lidam bem com a tecnologia e com a necessidade de compreendê-la e obter retorno dela.

Na SoftDesign, somos nativos da tecnologia e sabemos aprender com ela. Para fazer transformação digital temos algumas capacidades-chave: Design (resolver problemas reais), Agilidade (entregar valor de forma contínua) e Tecnologia (conhecer, avaliar e adotar).

Questione-se!

Dentro de uma Cultura de Colaboração, questionar-se é poderoso. Por isso, não tenha medo de perguntar e refletir sobre questões importantes: como minha empresa olha paras os três horizontes de inovação? A empresa é capaz de capturar valor de novas tecnologias? A TI de sua empresa cria ofertas a partir do público-alvo? A TI de sua empresa é capaz de entregar valor em fluxo contínuo? É capaz de aprender novas tecnologias? Estamos de fato transformando nossa organização?

Saber lidar com tecnologia é o que faz toda a diferença quando estamos em frente a um cliente resolvendo problemas. Segundo Pedrozo, a única maneira de manter-se relevante é por meio do aprendizado contínuo. “O lugar que mais me transformou foi a Academia, aprendi muito na pós-graduação e no mestrado. O desafio seguinte foi dar um papel de destaque para o conhecimento dentro da minha organização. Quem não se mantém relevante será irrelevante, por isso investir em educação formação e aprendizado contínuo fazem parte do DNA da SoftDesign”, conclui.

Cada vez mais, as empresas precisam aprender e reaprender a incorporar conceitos como Lifelong Learning e aprendizado corporativo em sua estratégia. Na opinião de Pedrozo, as empresas devem tornar-se um “great place do learn” para cada vez mais favorecer a inovação e a transformação digital.

 

*O SoftDrops é um evento de troca de conhecimento que acontece às quartas-feiras, na SoftDesign. A cada edição, um colaborador expõe aos colegas algum tema de seu interesse, relacionado aos três pilares do nosso negócio: design, agilidade e tecnologia. A minipalestra dura em torno de trinta minutos e é seguida por um bate-papo entre os participantes.

 

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