Trabalho Remoto: Soft pelo mundo

Tempo de leitura: 17 minutos

O alarme do despertador toca. É hora de começar uma nova jornada. Para alguns, o dia está apenas começando, para outros já está quase na hora de almoçar. Espalhadas pelo mundo, nossas pessoas colaboradoras reúnem-se por meio do trabalho remoto para criar produtos e serviços digitais incríveis. Entre sotaques e climas completamente diferentes, percebemos que assim como a tecnologia, os dias de trabalho também nunca mais serão iguais.

Em março de 2020, com o avanço da pandemia de Covid-19, migramos para o home office. Essa experiência fortaleceu nossos processos e canais de comunicação. E, em 2021, nosso Portal SoftDesign consolidou-se como uma plataforma interna importante para consultar notícias, conteúdo e informação. Agora, mais do que nunca, estamos a um clique de distância. Conquistamos novos territórios e nossa cultura ultrapassou barreiras geográficas, resultando em uma empresa remote first, ou seja, todo trabalho ocorre no meio digital a partir de qualquer lugar e até do escritório sede da empresa.

A Transformação Digital, tão presente em nossa rotina, revolucionou o modelo de trabalho e nos permitiu criar um método multidisciplinar, que guia times compostos por profissionais com vivência acadêmica e de mercado. Nossa cultura de colaboração nos aproximou ainda mais dos clientes e, juntos, passamos a pensar em soluções digitais cada vez mais globais e alinhadas às necessidades dos usuários.

Hoje, somos mais de 140 pessoas e vivemos e trabalhamos a partir do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Piauí, Venezuela, Portugal e Estados Unidos. Quer saber como é fazer parte do time de profissionais da SoftDesign? Leia abaixo o que nossas pessoas colaboradoras pensam sobre a empresa e o trabalho remoto.

Parkland (EUA)

Eduardo Farah é um dos sócios majoritários da SoftDesign. Desde 2007 mora nos Estados Unidos e conhece bem o dia a dia do trabalho remoto. “Atualmente, vivo em Parkland, uma cidade de 30 mil habitantes, localizada no estado americano da Flórida. Essa é uma região muito residencial e até mesmo rural. Eu e minha família decidimos mudar para cá no início da pandemia de Covid-19”.

Farah acredita que o trabalho remoto é inevitável e recorda-se bem das decisões tomadas pela Soft no início da pandemia. “Lembro de participar de uma ligação com os sócios da empresa, onde cogitamos a hipótese de tornar o trabalho remoto. Em março de 2020, não tínhamos certeza da nossa capacidade para fazer isso. Entretanto, por mais que o mundo tenha sofrido nos últimos anos, a SoftDesign evoluiu como empresa”, ressalta.

Confiança nas pessoas é uma característica forte da cultura da SoftDesign e, segundo Farah, essa é a principal base do trabalho remoto. “Eu trabalho remoto desde 2009 e nunca recebi uma reclamação por não estar disponível. Penso que quando estamos alinhados, o trabalho passa a fazer parte da rotina de maneira muito natural. Entretanto, trabalhar remoto não é para todos. Algumas pessoas ainda precisam se adaptar a esse modelo, que eu considero vencedor para os dois lados: empresa e pessoa colaboradora”.

Trabalhar de maneira remota na área de tecnologia tem suas vantagens, já que o sentimento de tarefa cumprida segue presente na rotina. “Na área de tecnologia trabalhamos com entregáveis, ou seja, conseguimos mensurar o tempo no setor de análise, teste e desenvolvimento, por exemplo. Logo, temos a sensação de trabalho concluído e isso faz com que o modelo remoto seja muito mais produtivo”.

Trabalho Remoto e Qualidade de Vida

Para Farah, a SoftDesign ganhou muito com a implementação do trabalho remoto. “Falamos frequentemente sobre Transformação Digital com os nossos clientes e precisávamos colocar isso em prática também dentro de casa. A pandemia forçou muitas empresas a seguir o caminho que elas já queriam seguir, mas penso que àqueles que tinham uma cultura propícia para o trabalho remoto, como é o caso da Soft, tiveram melhores resultados”.

Porém, esse modelo de trabalho também possui desvantagens. Um dos perigos é mergulhar tão fundo nesse mundo, a ponto de não conseguir desconectar dele. “No início, é comum ultrapassar a carga horária e esquecer de parar para almoçar, por exemplo. Quando isso acontece, utilizo o tempo que excedi para encerrar a semana mais cedo. Dessa forma, consigo manter a sanidade mental, profissional e familiar. Fazer coisas que nos fazem bem é essencial”, orienta.

Aos olhos do sócio, a SoftDesign é uma empresa de caminho certo. “Para quem idealizou essas ideias há mais de 20 anos é muito recompensador ver o nosso desenvolvimento atual. Fico muito feliz de ver o plano de internacionalização da empresa dando certo. Esse desejo de sempre querer aprender e evoluir nos rende melhores projetos, experiências e garante um futuro mais assertivo. Além disso, com o trabalho remoto proporcionamos mais qualidade de vida às pessoas, que agora podem desfrutar melhor do seu próprio tempo”, conclui.

Porto (Portugal)

Pricila Sales nasceu em Brasília. Entretanto, passou boa parte de sua vida em Goiás. A Designer UX/UI da SoftDesign também morou em São Paulo, onde abraçou a carreira de tecnologia. Atualmente, vive na cidade do Porto, em Portugal. “Alguns meses depois de entrar na Soft, meu esposo recebeu uma oportunidade de emprego na Europa. Na época, fiquei com receio de conversar com a empresa sobre isso, mas todos se mostraram receptivos e acolhedores. Fiquei muito impressionada com o diálogo direto com o CEO, que me procurou para conversar e ressaltar que estava tudo bem”, relembra.

A sua primeira experiência com o trabalho remoto foi em 2019 e desde então Pricila diz que não pretende exercer suas atividades profissionais em outro formato. “Fazer as refeições em casa é uma das principais vantagens. Com o trabalho remoto consigo acordar com calma, tomo café da manhã e organizo o meu dia. Desse modo, consigo fazer as minhas entregas e viver com qualidade”.

Pricila destaca que uma das vantagens das empresas de tecnologia é que as pessoas colaboradoras já estão habituadas a ferramentas como Miro, Teams e Figma. “A transição de quem trabalha com tecnologia foi muito mais tranquila. Como o nosso volume de entrega é considerável, posso afirmar que esse é um modelo de trabalho que funciona muito bem”.

Mudanças não são um problema para a Designer UX/UI, que se mudou para Portugal no final de 2021. “É a primeira vez que trabalho de outro país e a rotina tem sido super prática. Existe uma diferença de horários, mas não é algo difícil de adaptar. Troco muitos conhecimentos e curiosidades com os meus colegas, que também vivem em cidades diferentes. Eu estou adorando viver essa experiência”.

Salvador (BA)

Michele Machado dos Santos vive em Salvador, capital do estado da Bahia. A Product Owner da SoftDesign começou a trabalhar remoto em 2021. “Eu sou a maior defensora do trabalho remoto. Antes dessa situação ser imposta por questões de saúde, eu já manifestava interesse em trabalhar de casa ou de um café durante alguns dias da semana. Me sinto mais criativa e com o senso crítico apurado. Trabalhar remoto é maravilhoso”.

Segundo Michele, a atual rotina de trabalho funciona muito bem, já que é possível organizar o tempo e praticar a liberdade responsável. “Não existe mais aquela imposição de estar em determinado lugar, o que não me empodera de maneira alguma. Já com o trabalho remoto, me sinto mais à vontade para conversar e ouvir as pessoas. Um dos fatores mais importantes em todos os times que participo é o senso de colaboração”.

A Product Owner ressalta que a SoftDesign possui uma cultura que favorece a conexão entre as pessoas colaboradoras. “O fato de eu morar em Salvador não muda absolutamente nada. Inclusive, poderia ser Londres, que a interação continuaria igual. Estou 100% presente, mesmo que remoto. Além disso, me sinto bem amparada por plataformas como Teams, Miro e Jira, que fomentam a colaboração”.

De acordo com Michele, o digital descontrói um pouco a sensação de hierarquia, pois esse ambiente online torna as relações mais horizontais e plurais. “Eu fico muito feliz em saber que existe uma empresa que confia no meu trabalho, acredita no meu potencial e me oferece liberdade. Nossa empresa criou uma estratégia para trabalhar no digital e considero isso fantástico. Essa visão está mudando o mundo e agradeço à Soft por fortalecer a cultura do trabalho remoto, que transforma a vida das pessoas e do mercado”.

Monte Carmelo (MG)

Gabriel Dutra é Desenvolvedor da SoftDesign e vive na cidade de Monte Carmelo, em Minas Gerais. Sua experiência com o trabalho remoto começou antes da pandemia de Covid-19, por isso, já se considera totalmente adaptado. “Trabalhar remoto e para outras cidades do Brasil não é uma novidade no meu dia a dia, mas percebo que a pandemia abriu várias portas e oportunidades para os profissionais de TI. Muitas empresas que não trabalhavam nesse modelo, acabaram adotando o trabalho remoto e, esse é o lado bom da pandemia”.

A distância física não é um problema para Dutra. Ainda mais com o suporte e a ajuda que recebe dos colegas nas reuniões diárias do time. “Eu não me sinto distante de forma alguma. Prefiro trabalhar remoto e, talvez, nem saiba mais trabalhar alocado num escritório repleto de pessoas. Além disso, percebo que a minha produtividade é maior, já que as distrações em casa são menores”.

O Desenvolver destaca que possui facilidade em se manter concentrado durante a jornada de trabalho e, considera muito importante que as pessoas colaboradoras administrem a liberdade de maneira responsável. “Trabalhar remoto é uma experiência sensacional e espero que seja duradoura. Trabalho em outsourcing e por mais que esteja alocado no cliente, sinto que a Soft não deixa de me ver como uma pessoa colaboradora da empresa. Essa conexão é muito importante para mim”.

Rio de Janeiro (RJ)

Daniel Queiroz é carioca e vive na cidade do Rio de Janeiro. O Desenvolvedor Android já trabalha remoto há mais de um ano e ressalta que os benefícios são muitos. “Quando entrei na Soft (2021), eu já estava trabalhando remoto. Uma das maiores vantagens é o tempo que economizo. Além disso, ao diminuir a demanda de mobilidade também reduzi os custos com passagens. Outro benefício é que posso começar as manhãs de trabalho moendo o meu próprio café. Esse simples detalhe faz toda diferença no meu dia”.

Queiroz trabalha de casa, em um escritório feito sob medida. “Tenho um setup customizado que me atende perfeitamente. Acredito que a rotina de trabalho está mais organizada e sempre que preciso de ajuda para resolver algum problema, posso fazer uma chamada que um membro da equipe estará pronto para colaborar. A comunicação flui bem e sinto que todos estão próximos, mesmo estando longe fisicamente”.

Estação de Trabalho Remoto

Estação de trabalho do Desenvolvedor. Foto: Daniel Queiroz.

O trabalho remoto também tem sido uma oportunidade para desenvolver soft skills. Segundo Queiroz, todos os dias o time preenche um quadro de sentimentos para expressar como os membros da equipe estão se sentindo. “Utilizamos a plataforma Miro para gerar interações, mas já percebo que desenvolvi habilidades naturais que me auxiliam a captar o humor dos colegas. Essa é a primeira vez que trabalho para uma empresa do Sul do Brasil e a experiência tem sido ótima”.

Queiroz gosta muito de viver no Rio de Janeiro, pois aprecia a agitação e a diversidade das cidades grandes. “Com o trabalho remoto, muitas portas se abriram para quem não quer mudar de cidade. Entretanto, não funciona para todas as profissões. Para a TI, esse é um formato de sucesso, que nos permite ter mais qualidade de vida”.

Florianópolis (SC)

Henrique Della Mea Rossi é Gerente de Projetos da SoftDesign e vive em Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina. A sua experiência com o trabalho remoto começou em 2020 devido à pandemia de Covid-19. “Eu adoro o trabalho remoto e acredito que ele me trouxe mais qualidade de vida. Antes disso, eu perdia muito tempo em deslocamentos e trânsito. Sem contar naqueles dias de chuva que acentuam ainda mais esses entraves. Me sinto motivado com a oportunidade de trabalhar com o conforto e a segurança de casa”.

Rossi ressalta que tem adquirido novas habilidades, mas acredita que o papel dos gestores está mais difícil, visto que nem sempre é possível identificar mudanças de humor e comportamento na equipe. “Com o trabalhado remoto, passamos a perceber a reação das pessoas pela câmera, durante as reuniões. Entretanto, sem a ajuda de ferramentas como Miro e Jira, que permitem dinâmicas colaborativas, esse desafio seria mais complexo”.

No dia a dia de trabalho, Rossi interage com colegas de Porto Alegre, Portugal, Minas Gerais, Criciúma e Pelotas. “Essa troca é repleta de diversidade, vocabulários, sotaques e culturas. Além de incrível, essa experiência nos permite criar modelos de trabalho mais adaptativos e colaborativos. Eu gosto muito do trabalho remoto e não voltaria para o presencial 100%. Porém, como a casa virou também o escritório, ainda tenho um pouco de dificuldade de desligar do trabalho”, confessa.

Porto Alegre (RS)

Katiuscia Ferri vive em Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul. A Analista de Endomarketing da SoftDesign começou a trabalhar remoto em 2021, quando entrou na empresa. “No início foi um pouco difícil, mas agora estou adaptada. Se em algum momento eu achar que não está propício trabalhar de casa eu tenho a possibilidade de ir ao escritório, já que a partir deste ano nossa sede funcionará como um coworking”.

Para Katiuscia, um dos principais benefícios do trabalho remoto é a redução de deslocamentos. “É muito bom ter essa facilidade de viver no local onde irei trabalhar, pois assim sobra tempo para fazer outras atividades e isso me agrada muito. Além do benefício de ter mais mobilidade e de poder trabalhar de onde eu quiser”.

Com a consolidação do trabalho remoto, o Endomarketing passou por diversas mudanças. Segundo Katiuscia, ideias como ‘todo mundo mora no Sul’ e ‘falamos de tal jeito’, já não fazem sentido. “Com o trabalho remoto, precisamos ter uma visão ampliada para expandir a nossa comunicação interna e externa. É fundamental perceber que termos que usamos no Sul não são utilizados no Norte do país, por exemplo. Pensando nisso, buscamos construir uma linguagem acessível para todos, já que a nossa missão é levar uma boa experiência para as pessoas colaboradoras, independentemente de onde elas estão”.

A Analista de Endomarketing ressalta que esse processo não é automático. “Tem sido desafiante, mas ao mesmo tempo compensador. Estou aprendendo coisas novas, desde comunicação até logística. A todo instante me questiono: como será a entrega do welcome kit? Estamos disseminando e fortalecendo a cultura da Soft? Cuidamos bem das pessoas? Na minha opinião, estamos desempenhando um ótimo trabalho”.

#vemprasoft

A SoftDesign é feita de pessoas para pessoas. Se você quer trabalhar com cultura ágil e times multidisciplinares, venha trocar experiências e aprender todos os dias em projetos incríveis. Na Soft, as pessoas colaboradoras são valorizadas e recebem apoio para se desenvolver e evoluir.

Confira as vagas em aberto: https://softdesign.com.br/vem-pra-soft

 

 

Sugestões ou críticas para nosso blog? Entre em contato pelo endereço [email protected]