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SoftDrops sobre Planejamento Financeiro

Bruna Leite
por Bruna em 05/06/2019

No dia 22 de maio, parte da equipe de Gerenciamento de Negócios da Sicredi União Metropolitana esteve presente na nossa sede para realizar um SoftDrops em comemoração à Semana Nacional de Educação Financeira. As Gerentes de Negócios PJ Caroline Telles, Rubiana Gossler e a Gerente de Negócios PF Débora Mealho apresentaram a palestra ‘Planejamento Financeiro’ aos nossos colaboradores.

A Gerente de Negócios PJ Caroline Telles iniciou a palestra com a seguinte reflexão: “Se a partir de hoje você não recebesse mais a sua renda mensal, por quanto tempo conseguiria manter o seu atual padrão de vida?”. A partir disso, ela convidou os colaboradores a refletir sobre os impactos que a falta de um planejamento financeiro pode causar na vida pessoal, tais como: depressão, desânimo, baixa autoestima, problemas no relacionamento com a família, baixa produtividade no trabalho, demissão, absenteísmo, etc.

Para que isso não ocorra, é importante realizar um planejamento financeiro, apoiado em quatro pilares: diagnosticar, sonhar, orçar e poupar.

Os quatro pilares do planejamento financeiro

Para obter uma administração correta das suas finanças, é importante considerar os seguintes aspectos:

Diagnosticar: para ter clareza de como você investe seu dinheiro, é importante anotar todas as suas despesas por no mínimo trinta dias. “Ao fazer isso, a probabilidade de você se frear na hora da compra é maior, pois ao anotar você se dá conta do valor que está sendo gasto”, comentou Caroline. Após diagnosticar, procure eliminar por completo os desperdícios e reduzir ou eliminar o supérfluo. Além disso, entenda onde você investe seu dinheiro: em compras sem valor agregado e que comprometem seus sonhos à longo prazo; ou em compras ligadas diretamente à realização de sonhos? Nessa etapa, faça o questionamento com os 3 p’s: “preciso, posso e para qual finalidade?”

Sonhar: todos nós temos sonhos. Por isso, é muito importante focar na concretização deles por meio de uma poupança ou outra forma de rendimento a sua escolha. “Quanto eles valem? Até onde você iria por eles? Faça o projeto do seu sonho, colocando no papel a forma como você o alcançará”, explicou a Gerente de Negócios.

Orçar: normalmente, as pessoas costumam colocar na poupança somente o que sobra após quitarem suas despesas fixas. Segundo Caroline, isso é um equívoco, pois o ideal é poupar, no mínimo, 10% do seu salário para a concretização dos seus sonhos. O restante você direciona para os seus gastos mensais.

Poupar: ter o hábito de poupar permite que você faça uma reserva financeira para realizar seus projetos, se previna de eventos inesperados, além de lhe proporcionar maior tranquilidade hoje e no seu futuro, como em questões relacionadas à aposentadoria, por exemplo. “Cerca de 46% dos aposentados pelo INSS no Brasil precisam de ajuda de parentes para sobreviver, pois não conseguem se manter somente com o salário mínimo. Esse dado reforça a importância de se investir em outros meios de previdência, garantindo uma terceira idade mais segura no aspecto financeiro”, ressaltou Caroline.

Equilíbrio x desequilíbrio financeiro

Por fim, a Gerente de Negócios comentou que, uma pessoa que não planeja seus gastos pode possuir um desequilíbrio financeiro e apresentar as seguintes características: não ter compreensão do quanto dispõe de dinheiro; não realizar projetos futuros; adquirir bens sem se preocupar com o seu valor; e viver o hoje sem se preocupar com o amanhã. Já um indivíduo que é planejado, e, portanto, tem as suas finanças controladas, sabe o quanto dispõe de dinheiro (diagnosticar); habitua-se a projetar o futuro (sonhar); visualiza as entradas e saídas de dinheiro (orçar); e vive o hoje sem esquecer do amanhã (poupar).

Três mulheres em frente ao projetor apresentando uma palestra.