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Ferramentas para POs na Comunidade de Produto

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No dia 04 de novembro, a Comunidade de Prática de Produto reuniu-se para compartilhar conhecimento. Nessa edição, os participantes debateram sobre problemas que surgem durante a criação de produtos digitais e apresentaram ferramentas e modelos que podem auxiliar a sua resolução.

No início do encontro, os facilitadores expuseram ao restante do grupo – composto por product owners, designers, desenvolvedores e QA’s – uma lista com diversas ferramentas que podem ser usadas para facilitar a concepção e o desenvolvimento de soluções digitais. A partir dessa lista, cada integrante escolheu um dos métodos com o qual tem experiência e apresentou aos demais seu funcionamento e alguns casos de uso. Confira quais foram:

Matriz CSD

A Matriz de Certezas, Suposições e Dúvidas (CSD), que pode ser utilizada ainda na fase embrionária do projeto, é desenvolvida a partir de três questões fundamentais: o que nós já sabemos a respeito (certezas); quais são as nossas hipóteses (suposições); e quais perguntas poderiam ser feitas (dúvidas).

A UX Designer Gabriela Sombrio contou para os participantes como tal ferramenta é usada de forma prática em nossas concepções. A partir do seu preenchimento, que é realizado em grupo, é possível compreender o que ainda precisa ser esclarecido, estabelecer objetivos de pesquisas e até planejar MVPs para validar hipóteses.

User Story Mapping

User Story Mapping é uma técnica em que o backlog, ao invés de ser organizado como uma simples lista priorizada, é ordenado conforme a jornada do usuário (no eixo X) e a prioridade (eixo Y). Com ela, é possível entender quais dores o software resolve, mapear os fluxos que ele deve ter e entender qual o mínimo produto que pode ser feito para entregar valor (MVP).

O product owner Felipe Persson apresentou aos participantes um caso prático do uso do User Story Mapping, e destacou como ela pode ser útil na priorização e visualização do backlog.

Parking Lot

Consiste em ‘estacionar’ questões discutidas ao longo do treinamento ou workshop e que por algum motivo, não devem ser abordadas naquele exato momento. Elas são fixadas em post-its, para que sejam revisitadas ao final do encontro.

O product owner Daniel Olsson explicou aos presentes que, a partir dessa ferramenta, é possível identificar: itens que devem ser abordados agora; itens que precisam ser endereçados mas não estão no timming ideal; e itens que já foram concluídos e por isso podem ser removidos do quadro. É uma técnica simples, mas que pode ser eficaz para facilitar workshops em grandes grupos.

5W2H

É como um ‘checklist’ ou estrutura para quando estamos planejando ações. A sigla corresponde às sete informações necessárias para definir com clareza uma ação. São elas: 5 W: What (o que será feito?) – Why (por que será feito?) – Where (onde será feito?) – When (quando?) – Who (por quem será feito?) 2H: How (como será feito?) – How much (quanto vai custar?). A QA Patrícia Gonçalves apresentou aos colegas casos de aplicação dessa ferramenta.

Team Building

Ao final do encontro, a UX Designer Natália Oliveira ainda falou sobre as ferramentas de Team Building, e como elas podem ajudar o time a acelerar suas fases iniciais de formação. O intuito dessa ferramenta é construir equipes de alta performance ao desenvolver a confiança entre os integrantes.

Natália contou aos colegas casos de um novo time do qual está participando, onde tais técnicas possibilitaram que os membros afirmassem seus papéis e suas interações, permitindo que assim o time rapidamente conseguisse focar no produto e entregar mais valor.

Quer saber como foi a edição anterior da CoP de Produto? Clique aqui.